Nesta narrativa simbólica, viajamos até a mítica Fortaleza dos Portões Confusos — um lugar onde cada porta abre para uma regra diferente e onde o poder tenta se esconder atrás de discursos nebulosos. No subsolo dessa fortaleza, Enki, guardião da inteligência e da astúcia, observa tudo: • as reuniões cheias de ruídos vazios • as palavras usadas como flechas emocionais • as tentativas de inverter responsabilidades • as máscaras que caem quando a verdade é registrada Acompanhe o Escriba da Memória Longa na travessia desse labirinto institucional, onde a manipulação teme apenas uma coisa: registros claros. Esta fábula fala sobre coragem silenciosa, lucidez estratégica e o poder ancestral de transformar confusão em pedra — e pedra em prova. Se esta história te encontrou de alguma forma, deixe seu apoio: curta, compartilhe e indique o canal para quem também enfrenta seus próprios portões confusos.

