Nesta fábula inspirada nos mitos gregos, persas e mesopotâmicos, acompanhamos a jornada de Asû, o Guardião das Palavras, enviado à enigmática Casa dos Portadores do Selo, onde o poder não nasce da sabedoria — mas do medo de quem teme ser revelado. Entre antecâmaras frias, salas sem destino e olhares que evitam a verdade, Asû registra cada desvio escondido sob a fachada de “ordem”. Mas o ponto de ruptura chega no Dia do Pergaminho da Cura, quando o Guardião do Labirinto Partido ultrapassa os limites da dignidade humana e tenta transformar a dor alheia em instrumento de controle. Neste confronto simbólico, Enki, Atena e Ahura-Mazda observam. E a sentença dos antigos recai sobre aqueles que usam a intimidade como arma e o poder como máscara. Essa é uma fábula sobre coragem, lucidez e a força que apenas quem registra a verdade possui. E também sobre o inevitável: os deuses sempre observam — e sempre anotam. Se essa história falou com você, deixe seu apoio: curta, compartilhe e indique o canal para quem também anda encarando labirintos por aí.