Nesta fábula pedagógico-filosófica, o Olimpo se reúne para julgar um mortal que acreditava estar acima das consequências de suas próprias palavras. Sem nomes. Sem datas. Sem acusações diretas. Apenas discursos. Apenas linguagem. Apenas aquilo que foi dito — e registrado. Inspirado na mitologia grega, na filosofia da linguagem e na ética institucional, este ensaio simbólico discute temas incômodos, mas urgentes: preconceito travestido de opinião; autodefesa que vira confissão; o poder destrutivo da palavra quando usada sem responsabilidade; e a ilusão de impunidade em ambientes de autoridade. Aqui, os deuses não inventam fatos. Eles apenas observam, analisam… e registram.
📚 Um conteúdo para quem acredita que: a palavra educa, denuncia e também condena. E que nem todo julgamento acontece em tribunais — alguns começam na própria fala.
🎙️ CONVITE DO PROFESSOR THÉO
“Olá. Eu sou o professor Théo. Este não é um vídeo sobre pessoas. É sobre palavras. Não é uma acusação. É um espelho. A fábula que você vai ouvir nasceu da observação de algo muito simples: quando alguém fala demais para se defender, às vezes acaba revelando exatamente aquilo que tenta esconder. O Olimpo aqui não julga nomes, cargos ou instituições. Ele julga discursos. E o faz como a filosofia sempre fez: com ironia, luz e paciência. Se você acredita que a educação também acontece fora da sala de aula — inclusive nas reuniões, nos silêncios e nas entrelinhas — este conteúdo é para você. Seja bem-vindo ao Julgamento no Olimpo.”