Nesta fábula mitológica que ecoa pelos mármores da Casa do Saber Eterno, acompanhamos a ascensão e a queda de um personagem singular: o Escriba que deveria honrar Mnemosine, mas decidiu servir às conveniências terrenas.
A narrativa expõe, por meio de símbolos e deuses, o que acontece quando a função mais sagrada — registrar a verdade — é corrompida pela sombra, pelo medo e pelos interesses de bastidores.
Aqui, as Musas observam, Zeus relampeja, Atena sentencia.
E o leitor percebe que, quando a verdade é mutilada, até o silêncio se torna prova.
Convite do Professor Théo
“Entre, leitor. Esta é uma fábula… mas você sabe muito bem quando uma fábula deixa de ser fantasia.”
Convido você a caminhar comigo pelos corredores da Casa do Saber Eterno, onde pergaminhos deveriam preservar memórias — mas onde, às vezes, viram instrumentos de conveniência.
Ao acompanhar a história do Escriba que apagava verdades para agradar sombras, você talvez reconheça estruturas, comportamentos… padrões.
Talvez encontre ecos de situações vividas por muitos que já confiaram demais em quem deveria registrar os fatos com integridade.
Aqui, cada metáfora carrega um sentido.
Cada deus tem um recado.
E cada omissão custa mais caro do que qualquer palavra escrita.
Venha entender a fábula.
O resto, como sempre, está nas entrelinhas.