No coração da mítica Polis das Sete Portas, havia um pátio onde o bom senso ainda caminhava solto — até o dia em que Dionísio, deus dos delírios coletivos e das emoções descontroladas, resolveu fazer uma visita. A fábula revela como, de uma hora para outra, conversas viram tempestades, reclamações ganham roupagem teatral e qualquer verdade registrada se transforma em “ataque pessoal”. É o caos dionisíaco em sua forma mais pura: confundir o que é fato, amplificar o que é emoção e inverter papéis até ninguém mais saber quem é quem. No centro dessa turbulência está O Observador da Palavra Escrita — aquele que não grita, não se contamina, não dança o ritmo da confusão. Ele registra. E é justamente isso que aterroriza quem vive do tumulto. Acompanhe esta fábula sobre manipulação emocional, dramatizações convenientes, reflexos distorcidos e a força inabalável dos registros que derrubam qualquer narrativa construída no calor do delírio coletivo. Moral: Onde o tumulto tenta virar regra, o registro vira resistência. E no fim, quando o tambor do caos silencia, só a verdade continua em pé. Se essa história falou com você, deixe seu apoio: curta, compartilhe e indique o canal para quem também anda encarando resistências por aí.