Nesta fábula simbólica, exploramos a estranha história do Almoxarife das Sombras, uma figura que cria funções vazias e rotinas sem propósito apenas para pressionar, isolar e testar a resistência dos outros. No centro da narrativa está o Ratinho Observador, convocado para ocupar um espaço que ninguém conhecia, cumprir tarefas que ninguém explicou e assumir uma função que nunca existiu — tudo decidido sem consulta, transparência ou diálogo real. A mãe do filhote revela o segredo: Nada ali era trabalho. Nada ali era organização. Era espetáculo de poder. Cada material entregue, cada anotação, cada justificativa improvisada formava correntes invisíveis — não administrativas, mas simbólicas. E o Ratinho descobre a única arma que desmonta esse tipo de teatro institucional: registrar. documentar. transformar o vazio em prova. Uma fábula para quem vive ou já viveu estruturas onde “função” é só um nome bonito para esconder isolamento. E um alerta: Hoje o alvo é o ratinho. Amanhã pode ser qualquer trabalhador que se recuse a aceitar injustiças embrulhadas em sorrisos. Moral: Cargos imaginários não organizam almoxarifado — organizam perseguições. E quem registra a farsa transforma sombra em evidência. Se essa história falou com você, deixe seu apoio: curta, compartilhe e indique o canal para quem também sofre perseguições no trabalho por aí.
