Em Mirápolis — a cidade suspensa onde tudo tem duas formas: o que é e o que parece ser — existe um templo onde histórias não são lidas: são reveladas. Lá, o Tecelão Teon cria fábulas sem nomes, tapetes de palavras que não apontam para ninguém… mas que, curiosamente, sempre acabam ferindo exatamente quem insiste em se reconhecer em tudo. Nesta narrativa, você vai conhecer a Galeria dos Espelhos de Papel — um lugar onde nenhuma história fala de você, mas todas falam com você. E, claro, descobrir por que alguns leitores juram estar sendo perseguidos… por um espelho. Se você já testemunhou alguém que entra em qualquer história procurando o próprio rosto, prepare-se: esta fábula é um lembrete delicado (e um pouquinho afiado) de que nem tudo o que te toca foi criado para te atingir. Assista, reflita… e veja o que aparece no seu espelho.
🎓 Convite do Professor Théo ao público “Olá, aqui é o Professor Théo. Eu te convido a entrar comigo na Galeria dos Espelhos de Papel — um lugar onde cada história reflete mais do leitor do que do autor. Se você gosta de boas metáforas, críticas sutis e daquela sensação gostosa de rir de si mesmo sem admitir, essa fábula foi feita sob medida. Sente-se, respire… e venha descobrir o que os espelhos revelam quando ninguém está tentando agradar ninguém.”
