Nesta fábula mitológico-filosófica, o Olimpo é convocado para julgar um acontecimento curioso:
Um mortal, questionado sobre fatos objetivos, decide responder com lembranças íntimas, leitos antigos e ressentimentos pessoais. Sem nomes. Sem datas. Sem lugares. Apenas palavras ditas no momento errado — e registradas para sempre. “A Fábula do Arqueiro que Atirou no Próprio Pé” usa a mitologia grega como lente crítica para discutir temas incômodos, porém recorrentes: quando conflitos profissionais são contaminados por ressentimentos pessoais; Quando a linguagem trai a intenção de defesa; Quando o ciúme fala mais alto que a razão; E quando alguém, tentando acusar, acaba confessando. Aqui, Afrodite não julga o amor vivido. Têmis não inventa provas. E Atena apenas faz o que sempre fez: analisa o discurso.
📚 Um conteúdo para quem entende que: nem toda confissão vem acompanhada da palavra “confesso” — algumas vêm disfarçadas de justificativa.
🎙️ CONVITE DO PROFESSOR THÉO “Olá. Eu sou o professor Théo.
Esta não é uma história sobre relacionamentos. É sobre linguagem. É sobre o momento em que alguém é perguntado sobre papéis, fatos e registros… e decide falar de lençóis, memórias e ciúmes. A fábula que você vai ouvir não acusa pessoas. Ela observa discursos. No Olimpo, ninguém se impressiona com bravatas. Os deuses apenas escutam — e anotam. Se você acredita que a educação também passa pela ética da palavra, pela responsabilidade do que se diz e pelo silêncio que às vezes seria mais sábio, este conteúdo é para você. Seja bem-vindo à Fábula do Arqueiro que Atirou no Próprio Pé.”