Nesta narrativa simbólica, acompanhamos os acontecimentos na misteriosa Casa do Saber, onde a imaginação administrativa decide criar artefatos jurídicos impossíveis e transformar corredores educativos em cenários de teatro institucional. A história apresenta a jornada de um professor-escriba que presencia a aparição de uma “viatura-escrivã” convocada para registrar um crime que nunca existiu — uma tentativa surreal de transformar opinião em delito e transformar poder em espetáculo. Entre máscaras de autoridade, equívocos épicos e uma competência legal que nunca chega ao local, a fábula expõe, de forma metafórica, como instituições podem tentar fabricar ocorrências onde só existe pensamento, e como o ridículo administrativo se revela quando a legalidade é tratada como adereço. Se esta história encontrou você, deixe seu apoio: curta, compartilhe e indique o canal para quem também vive cercado de labirintos, máscaras e pequenas repúblicas improvisadas dentro das rotinas do trabalho.

