Nesta fábula moderna, um Escriba é silenciado por dizer o óbvio: que a virtude não mora nas paredes, mas nos atos. Na Casa da Praça — templo das boas aparências — ele descobre que quem desafia o silêncio institucional é tratado como ameaça. “A Anatomia da Expulsão” é uma parábola sobre poder, covardia e o ritual da exclusão travestido de conselho espiritual.
Aqui, o espelho se quebra — e cada caco reflete um rosto que fingia não ver.
🔹 Uma reflexão sobre o preço da verdade em ambientes onde a moral é um teatro e o aplauso vale mais que a consciência.
🔹 Para quem já foi expulso por pensar, e aprendeu a transformar ferida em força.

